As 2 partidas de Daniel Paulista como técnico do Remo garantiram 2 vitórias importantes, mudanças estruturais na maneira de jogar e várias interrogações sobre o real potencial do time para a disputa da Série B, que começa para os azulinos contra a Ferroviária (SP), neste domingo (06/04).
Contra Santa Rosa e Tuna, pelas quartas-de-final e semifinal do Campeonato Paraense, respectivamente, o Remo atuou dentro de um sistema diferente, claramente destinado a testar possibilidades para o Brasileirão. É evidente, por exemplo, a preocupação em reforçar o setor defensivo.
No período de Rodrigo Santana à frente da equipe, havia uma clara preocupação em priorizar o ataque, contando com a forte participação dos alas para fortalecer as ações ofensivas.
O novo modelo traz uma linha de defesa mais conservadora, com laterais que marcam mais e atacam quando é possível. O meio-campo tem funções mais marcadoras, o que acaba por reduzir as alternativas na frente.
Contra o Santa Rosa, a entrada do volante Caio Vinícius deu mais solidez à proteção da zaga, mas deixou o setor com baixa mobilidade, ao contrário do que ocorria quando Jaderson e Giovanni Pavani se revezavam na cobertura.
O ataque fica na dependência da movimentação de Dodô, centralizado no setor de criação, e dos avanços dos laterais Kadu e Alan Rodriguez. As infiltrações na área inimiga, muito comuns anteriormente, praticamente desapareceram.
Contra a Tuna, essa ausência de mobilidade deixou o Remo sem força de pressão em boa parte do segundo tempo, sem aproveitar as oportunidades que o adversário oferecia, abrindo espaços na marcação. A situação só melhorou com a entrada de Adailton.
Os últimos ajustes para a estreia devem incluir a definição entre Ytalo e Felipe Vizeu para comandar a ofensiva e o posicionamento de Dodô, cujo estilo mais lento torna o ataque mais engessado.
Blog do Gerson Nogueira, 04/04/2025
Resumo da ópera: AJUSTES EM TODOS OS SETORE!
Objetivo: Não ser Rebaixado
Dito isso, os ajustes temq serem feitos para o LEAO ser um time retranqueiro, com uma defesa forte e de boa marcação, com saídas de contra-ataques, o chamado transição ofensiva, rápida de poucos toques de bola até o ataque e finalização. Resumindo: jogar para não levar gol e marcar qdo possível…como fazia a Ferroviária anoboassado ma C.
Problemas para isso; A zaga com esse Kaos ( geleia )e o Marcelo Bozo Rangel comprometem. Não temos um meia armador para acionar o velocista. Só temo um velocista no plantel q é o Janderson. E não temos um centroavante matador para aproveitar as poucas oportunidades q forem criadas. Mas principalmente não temos preparo físico….vide segundos tempos contra os times do Pará…e aí, se não melhorarmos, não tem esquema q de jeito, vai ser Piaba o tempo todo. Esses são os ajustes a serem feitos
A história do futebol já deixou bem claro que time retranqueiro, que atrai o adversário para cima e jogar de contra ataque, sofre pressão até tomar o gol, e pior, depois não tem ataque para reagir. Que Deus ajude nosso Leão!