Com probabilidade de chuva na tarde de domingo (23/02) e certeza de marcação implacável dos dois lados, que a bola parada – faltas e escanteios – deve decidir o clássico.
Atentos, os técnicos Rodrigo Santana e Luizinho Lopes tratam de treinar seus times tanto nas ações de ataque como de defesa em bolas altas.
O Remo tem funcionado melhor que os bicolores no jogo aéreo das ações defensivas. Por isso, Lopes está dando atenção maior para o serviço de defesa, até pelas mudanças frequentes de peças no setor. No lado azulino, Dodô é o principal cobrador de faltas e escanteios.
O primeiro de até 5 clássicos no ano
O ano começou com perspectiva de até 7 confrontos entre Remo e Paysandu – de 1 a 3 no Parazão, 2 na Copa Verde e 2 na Série B. Com a eliminação do Leão na Copa Verde, já são 2 a menos, descartados. Então, teremos o primeiro de 3 a 5 clássicos, visto que os rivais devem se reencontrar na fase semifinal (jogo único) ou na final do Parazão (2 jogos).
Até os anos 70, o Re-Pa se repetia mais de 10 vezes por ano, com muitos amistosos. Por isso, em 111 anos, já foram disputados 775 jogos, um recorde mundial nos clássicos! Nas 2 últimas décadas, porém, os amistosos tornaram-se raríssimos e a média caiu para 5 duelos por ano.
Leão completo
O Remo vai com todos os seus atletas aptos para o Re-Pa, inclusive o lateral-esquerdo paraguaio Alan Rodriguez e o atacante Gabryel Martins, os últimos contratados.
O Paysandu não terá o meia Pedro Delvalle – suspenso por cartões amarelos – e trata de condicionar o zagueiro Luan Freitas e o atacante Borasi, que superaram lesão.
Paraenses
O atacante Rossi e o lateral-direito Kadu são únicos paraenses que vêm sendo titulares nos dois rivais. Experiente, o bicolor é o jogador mais caro do futebol paraense, enquanto o jovem azulino de 19 anos começa a emplacar seu nome no mercado do futebol, com ótimas perspectivas.
Rossi figura no bloco dos paraenses que experimentam o Re-Pa já com carreira construída em outros centros, com ocorreu com o meia-atacante Marco Antônio, pelo Remo, na temporada passada. Em outros anos, foram os casos de Luiz Mário, Júnior Amorim, Harisson, Arinelson, Paulo Victor, Lucas Tocantins…
Inversamente, os paraenses que primeiro vivenciaram o Re-Pa e só depois ganharam o país foram Rony, Charles Guerreiro, Magnum, Giovanni, Nildo, Marlon, Rafael Oliveira, Guilherme, Marinho, Rosemiro, Darinta, Careca, Lupercínio, Carlinhos Maracanã, Paulo Robson, Yago Pikachu e outros, além dos irmãos amapaenses Aldo e Bira.
Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 21/02/2025
A fenomeno azul quer vitória a todo custo
É marcar as bolas alçadas na área pro Nicolas e lógico,apertar a marcação;é um time a ser batido,é fraco na defensiva enquanto somos fortes em nosso ataque.Temos tudo para sair com um bom resultado!
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