Este é o 4º ano seguido que o Campeonato Paraense é suspenso por imbróglios jurídicos. O incômodo tem mobilizado gente de diversas atividades propondo meios de não apenas resolver o atual enrosco, mas também prevenir outros casos nos próximos anos.
Ricardo Gluck Paul, presidente da FPF, está amadurecendo um plano. Seria uma operação “pente fino” da própria entidade, a cada rodada, para detectar ilegalidades e denunciar ao TJD-PA. Assim, os processos seriam julgados ainda no curso da fase classificatória.
O que ocorre agora é o serviço particular de especialistas que vendem informações a clubes desesperados ao fechamento da fase classificatória. A denúncia imediata desarmaria esse “gatilho”.
O plano da FPF é muito pertinente e pode ser enriquecido com um dia de treinamento aos profissionais da área burocrática dos clubes, antes de o campeonato começar. Caberia também um serviço de consultoria jurídica. Afinal, o problema precisa ser atacado pela raiz.
Fundamentalmente, precisa haver mais compromisso nos clubes com as funções burocráticas, principalmente no que diz respeito ao regulamento. Só a Justiça Desportiva pode julgar, mas é inegável que o acionamento de Adson (Remo), Henrico (Tuna), Daniel (Capitão Poço) e Sérgio Matheus (Bragantino) não teve amparo do regulamento.
STJD
Se o STJD não acatar o pedido de avocação dos processos do Parazão, o Pleno do TJD-PA fará o julgamento dos recursos do Capitão Poço e da Tuna na segunda-feira (21/03), cabendo recurso depois ao próprio STJD.
Se ocorrer a avocação, pedida por 7 clubes (Independente, Santa Rosa, Cametá, São Francisco, Águia de Marabá, Castanhal e Bragantino), o fim da novela jurídica será antecipado para a próxima semana.
Remo × Remo
O trabalho de implantação de processos na gestão, liderado pelo presidente Antônio Carlos Teixeira e executado pelo CEO André Alves, está causando forte movimento de uma ala contrária. É difícil aceitar que um esforço por seriedade e transparência enfrente rejeição. Há muito o que ser explicado!
Tonhão precisa ser muito firme na sua autoridade para que o CEO tenha condições de executar sua missão de organizar a gestão para novas etapas de crescimento, previstas no Plano Estratégico produzido pela Fundação Getúlio Vargas.
Nessa fase de tensão nos bastidores do clube, é importante ter atenção para os motivos de cada movimento.
Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 20/03/2025
E so a federaçao adotar o sistema antigo, praxo de incricao, apos conferida a documentacao, a federacao expedi o cartao de atleta, so com esse podera assinar a sumula.
Resumindo, o Remo não vai ganhar uma com essa federação paraense, o jeito é a instância superior. Caso ele perca os 6 pontos e se classifique para a semifinal, pode encontrar a mucura nessa fase, e como agora não tem ganhado deles, corre risco de não ir para final e portanto não se garantir na CB do anos vem.
Para muitos o paraense não vale nada, mas são os estaduais que garantem participações nas “copas”.
O Remo não poderia ter dado um vacilo desse com essa federação, sabendo quem a preside e sabendo que os clubes que descem fazem essas manobras, legais ou não, para se salvar…
No tempo que vivemos, fica difícil acreditar que essa turma não tenha assessoria judirica para fazer a coisa rodar certo ou sem solavanco. O que deve ser quase certo, é a turma montar a coisa toda para os maiores canelar os pequenos, uma garantia contra a incompetência, alguém já viu o incompetente ganhar, é, as vezes pode parecer, mas será que é. E aqui não tem ganhador ou vencedor ou todos ganham ou perdem, apenas cumpridores, todos.
O ideal é convocar gente competente para elaborar os “regulmentos”, que no útimos anos, sempre apresentam erros e contradições inadmissíveis.
Essa federação é mucurenta,o pilantra que julgou o REMO é mucurento,vamos esperar o que?????
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