Após sofrer com a falta de local adequado para treinar em Belém, o Remo apresentou um projeto para a construção do Centro de Treinamento do clube, localizado em Outeiro, distrito de Belém. A maquete virtual foi apresentada pela Diretoria de Patrimônio durante reunião com o Conselho Deliberativo (Condel), nesta segunda-feira (31/03).
O projeto prevê construções em uma área de 98 mil m². A obra será realizada em 4 partes, sendo a inicial direcionada para o futebol profissional, que requer mais urgência.
Ao todo, serão 20 espaços nesta fase, que incluem campo principal e auxiliar, vestiários para atletas e arbitragem, sala de descanso, áreas administrativas, sala para comissão técnica, academia, imprensa, além do departamento médico do clube e outros.
Conforme informações divulgadas pelo clube, esta etapa deve custar cerca de R$ 8 milhões. Com isso, nos próximos meses, o Remo elaborará planos para firmar parcerias e viabilizar a obra.
“A gente entende que é um projeto macro, grande. Não é um projeto que vai ser entregue da noite para o dia, por isso dividimos em fases, justamente para tornar o CT viável”, afirmou o diretor Giovanne Mafra, que também é arquiteto e urbanista.
“Nos próximos 2 meses, estamos fechando o projeto de capacitação. Já estamos conversando com algumas empresas que têm interesse em associar o ‘naming rights’ ao CT e isso nos possibilitará uma boa renda para iniciar as obras. Além disso, juntamente com o marketing do clube e a diretoria, estamos montando um programa no qual contaremos com a ajuda da nossa torcida”, detalhou.
Na 2ª fase do projeto, está prevista a construção de 24 apartametos para jogadores, com capacidade para receber até 2 atletas em cada unidade. Na 3ª etapa, o objetivo é montar todo o departamento de base azulino, com campos society e de areia, arquibancada, academia, área administrativa, alojamento, entre outros. Por fim, na última fase, o clube pretende construir mais 4 campos.
Com o projeto, o Remo firma o compromisso de seguir com as obras no CT, que estavam sem avanço significativo nos últimos anos, além de dar uma resposta ao torcedor sobre a questão.
Ainda não há previsão de quando as obras serão iniciadas, visto que o clube ainda está em processo de captação de recursos para viabilizar a construção.
“O foco agora é fechar um programa institucional para buscarmos empresas e firmarmos uma parceria sólida, para que possamos tirar esse projeto do papel e torná-lo real”, concluiu Giovanne Mafra.
O Liberal.com, 01/04/2025
Que não fique só no vídeo e que venha a ser a realidade,aliás, já deveria ter iniciado esse projeto a muito tempo!!!
Projeto de excelência, vale a pena começarmos a planejar meios de conseguir verbas para esta primeira etapa. As mentes mais brilhantes podem planejar as alternativas para que os recursos sejam suficientes. Não podemos pensar somente em excesso de bilheterias ou no aumento de arrecadação com sócio torcedor adimplente ou com a ajuda anual que o Governo do Estado libera em apoio dos Times do campeonato de futebol do Pará, como também na venda de títulos de sócio proprietário. A soma de todos estes aportes mais a arrecadação financeira com eventos pode ser a solução,
Não precisa de tudo isso, não. Mente muito brilhante, no Remo, gera conflito, ciúme a porra toda, lembra da OGX, do Batista, só queria trabalhar com as maiores cabeça e onde está hoje!. Precisamos apenas de pragmáticas, de preferência honestas, como dizem nossos nobres representantes.
Uns dos problemas dessa turma, que hoje dirige o Remo, é, quando sonha, é alto demais, ou é para ficar apenas no sonho mesmo. Sejam honestos, o que Remo precisa de imediato, gramado para treinar, então, façam ums simples, mais de ótimo qualidade e acompanhado, nem que seja de uma oca, ótima e bem estruturada, mais leve e custo baixo. piscina, hotel, Marina, isto e para quem tem dindin sobrando, que o Remo não tem ou será que tem? Um dos pulo do gato, é você poder comer filé mignon, mas ficar no jabar bem feito. Mundial do Brasil, Alemanha, a academia dos caras era um galpão com cobertura de palha, sem parede e no Nordestão. O Remo, jogando na maioria das vezes, embaixo de 40°, umidade 90%, quer treinar no ar condicionado, mano essa matemática nunca vai fechar. Estrutura, tipo essa do CT sonhado, bacana, cinco estrela, mete na sede social de Nazaré e comercializa de maneira honesta, mas não nas mãos de afilhados, tenho quase certeza que gerara fluxo de caixa bom e continuo,dindin e ainda financia outras estruturas. O Remo, não precisa ser vendido para ser gerido como uma empresa lucrativa, basta honestidade e objetivo, desgraça, vai.
Três pontos, imóveis, que poderiam está gerando bom fluxo de caixa para o Remo: ginásio da Braz, sede social de Nazaré e sede náutica da cidade velha. Hoje, esses ativos, é quase certo, que só geram custos, e para o Remo. Estamos na época dos espaços muite uso, olha as arenas do Palmeiras, o Engenhão, as arenas dos dois do Sul, até o manga se transformou, supresa, o Itaquerão tradicional, está se lascando, rodando a bolsinha, talvez seja isto que Remo queira, rodar a bolsinha, se acostumou, que coisa. O Baena, poderia entrar nessa, mas é outro sarafo. Não é possível, que essa turma, estejam querendo repetir o Amaro, sucatea, para vender na xepa, abramos os olhos.